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Brasília,13/05/2026

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Rotary Club de Brasília e ABBP promovem ação social para mães atípicas e reforçam apoio à causa do autismo no DF

Evento realizado em parceria com a Abraci reuniu 125 mães de crianças autistas em um dia marcado por acolhimento, solidariedade e reconhecimento social


Rotary Club de Brasília e ABBP promovem ação social para mães atípicas e reforçam apoio à causa do autismo no DF Rotary Club de Brasília e ABBP realizaram uma ação social especial para 125 mães atípicas atendidas pela Abraci, levando acolhimento, doações e apoio às famílias de crianças autistas no Distrito Federal.

Em meio aos desafios enfrentados diariamente por famílias de pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA), uma ação promovida pelo Rotary Club de Brasília e pela Associação Brasileira de Portais de Notícias levou acolhimento, apoio e reconhecimento para 125 mães atípicas atendidas pela Abraci.

O evento, realizado na última sexta-feira (08), transformou o dia de dezenas de famílias que convivem diariamente com os desafios da inclusão, do acesso a terapias e da luta por direitos básicos para crianças e jovens autistas no Distrito Federal.

A programação contou com entrega de cestas básicas, distribuição de presentes personalizados para as mães, sorteios e um lanche especial preparado para as crianças. Mais do que uma ação social pontual, o encontro buscou oferecer acolhimento emocional e mostrar que essas famílias não estão sozinhas.

A iniciativa teve apoio da Fábrica de Pães Sovar e Assar, da Lulipan Panificadora & Confeitaria e do grupo Os Infortúnios Ocultos, que contribuíram com doações e suporte para a realização do evento.

O presidente do Rotary Club de Brasília, José Fernando Vilela, destacou a importância de ampliar a rede de apoio às famílias atípicas, especialmente diante das dificuldades enfrentadas diariamente por mães que muitas vezes precisam abandonar carreiras, rotina social e estabilidade financeira para se dedicarem integralmente aos filhos.

Já o presidente da ABBP, Toni Duarte, reforçou que a comunicação também possui papel social e que dar visibilidade à causa do autismo é uma responsabilidade coletiva.

“A sociedade precisa enxergar essas mães. Muitas vivem uma rotina exaustiva, silenciosa e sem o suporte adequado do poder público. Não podemos permitir que continuem invisíveis”, ressaltou.

A presidente da Abraci, Lucinete Ferreira de Andrade, emocionou os participantes ao agradecer o apoio recebido.

“Esse apoio do Rotary e da ABBP é um acalento para essas mães que lutam praticamente sozinhas. É o reconhecimento de que nossa causa importa e que ainda existem pessoas dispostas a olhar para nossas famílias com humanidade”, afirmou.

Atualmente, estima-se que o Distrito Federal tenha cerca de 34,5 mil pessoas diagnosticadas com TEA, número que representa aproximadamente 1,2% da população local. Apesar dos avanços recentes na criação de centros especializados e programas voltados à inclusão, famílias ainda enfrentam longas filas para terapias multidisciplinares, dificuldades na rede pública de ensino e carência de mediadores escolares.

Na prática, muitas mães acabam assumindo sozinhas uma rotina intensa de cuidados, acompanhamento terapêutico e defesa dos direitos dos filhos. Nesse cenário, entidades sociais como a Abraci acabam preenchendo lacunas que deveriam ser supridas pelo Estado.

A ação promovida pelo Rotary Club de Brasília e pela ABBP reforça justamente a importância da participação da sociedade civil organizada no fortalecimento de redes de apoio para famílias atípicas, especialmente em um momento em que o debate sobre inclusão e saúde mental ganha cada vez mais relevância no país.




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