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Brasília,17/03/2026

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Sul do Brasil enfrenta nova onda de calor

Previsão indica temperaturas muito acima da média no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, com máximas que podem se aproximar dos 40 °C


Sul do Brasil enfrenta nova onda de calor Uma forte onda de calor deve elevar as temperaturas no Sul do Brasil ao longo desta semana. Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná podem registrar máximas próximas dos 40 °C, aumentando o alerta para cuidados com a saúde durante os dias mais quen

Uma intensa massa de ar quente deve provocar um período de calor expressivo em parte do Sul do Brasil ao longo desta semana. A previsão meteorológica aponta que os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná serão os mais afetados, com temperaturas elevadas e sensação térmica ainda maior em algumas cidades.

Segundo especialistas em clima, o fenômeno ocorre quando uma área de ar quente permanece estacionada sobre determinada região por vários dias, impedindo a entrada de frentes frias capazes de amenizar as temperaturas. Esse bloqueio atmosférico favorece dias seguidos de sol forte e calor persistente.

No Rio Grande do Sul, as temperaturas devem alcançar os níveis mais elevados. Em algumas localidades, os termômetros podem se aproximar dos 40 °C, principalmente nas regiões do interior. A combinação de calor intenso e baixa cobertura de nuvens tende a aumentar a sensação de abafamento durante as tardes.

Santa Catarina e Paraná também devem registrar temperaturas elevadas. No oeste catarinense e no noroeste paranaense, as máximas podem ficar entre 35 °C e 38 °C, mantendo o padrão de calor acima do esperado para o período.

Apesar do predomínio de tempo seco e quente, há possibilidade de pancadas isoladas de chuva em alguns pontos da região. Essas ocorrências, porém, devem ser rápidas e localizadas, sem provocar uma mudança significativa nas temperaturas.

Além do desconforto térmico, o calor excessivo também levanta preocupação em relação à saúde da população. Especialistas recomendam atenção redobrada com hidratação, uso de protetor solar e redução da exposição ao sol nos horários mais quentes do dia, especialmente entre o fim da manhã e o início da tarde.

Crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas estão entre os grupos mais vulneráveis durante períodos de calor intenso. Outro ponto de atenção é a situação de animais domésticos, que também precisam de água fresca e locais com sombra.

O episódio reforça uma tendência observada nos últimos anos: eventos de calor intenso têm se tornado mais frequentes em diversas regiões do país, o que tem chamado a atenção de especialistas e órgãos de monitoramento climático.




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