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Brasília,17/03/2026

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Brasil registra 140 casos de mpox em 2026

Ministério da Saúde confirma avanço da doença no país e mantém monitoramento após centenas de notificações suspeitas


Brasil registra 140 casos de mpox em 2026 Brasil registra 140 casos confirmados de mpox em 2026 e autoridades de saúde mantêm vigilância para conter novos registros da doença.

O Brasil chegou a 140 casos confirmados de mpox em 2026, de acordo com dados atualizados pelo Ministério da Saúde. Além das confirmações, o país ainda acompanha centenas de notificações suspeitas que estão em análise pelas equipes de vigilância epidemiológica. Até agora, não há registro de mortes relacionadas à doença neste ano, segundo o balanço oficial.

A mpox, doença viral causada por um vírus da família Orthopoxvirus, voltou ao centro do monitoramento sanitário após o surgimento de novos registros em diferentes estados brasileiros. Embora o número atual esteja longe do cenário de alerta vivido durante o surto internacional registrado em anos anteriores, especialistas alertam que o vírus continua em circulação e exige atenção das autoridades de saúde.

Entre os estados brasileiros, São Paulo concentra a maior parte das confirmações, reunindo mais da metade dos casos registrados até agora. Em seguida aparecem Rio de Janeiro e Rondônia, também com notificações relevantes. Outros estados apresentam registros isolados ou casos ainda sob investigação.

Os dados divulgados pelo governo federal indicam que os casos vêm sendo registrados ao longo dos primeiros meses do ano. Em janeiro e fevereiro houve a maior parte das confirmações, enquanto novos registros continuam surgindo nas primeiras semanas de março. Esse movimento reforça a necessidade de manter os sistemas de vigilância ativos para identificar rapidamente novos episódios da doença.

A mpox é transmitida principalmente por contato direto com lesões na pele, secreções corporais ou objetos contaminados, como roupas, toalhas e lençóis utilizados por pessoas infectadas. A transmissão também pode ocorrer por contato próximo e prolongado, especialmente em ambientes com proximidade física intensa.

Entre os sintomas mais comuns estão febre, dores no corpo, cansaço, aumento de gânglios linfáticos e o aparecimento de lesões na pele, que podem surgir em diferentes partes do corpo. Essas lesões costumam evoluir em estágios e podem causar desconforto ou dor. Na maioria dos casos, a doença apresenta evolução benigna, mas alguns pacientes podem necessitar de acompanhamento médico.

Especialistas destacam que a informação correta é uma das principais ferramentas de prevenção. A orientação é que pessoas que apresentem sintomas suspeitos procurem atendimento médico e evitem contato próximo com outras pessoas até a avaliação clínica.

Apesar do crescimento moderado nos registros, autoridades de saúde afirmam que o país mantém capacidade de diagnóstico e acompanhamento dos casos, com monitoramento permanente realizado em parceria com estados e municípios.

O cenário atual indica que o vírus continua circulando em níveis controlados, mas a experiência recente com outras doenças infecciosas reforça um alerta importante: a vigilância epidemiológica precisa permanecer ativa para evitar novos surtos e garantir resposta rápida diante de qualquer aumento significativo nos casos.




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