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Brasília,17/07/2026

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Assistência social do DF fortalece proteção a famílias em situação de vulnerabilidade

Giselle Ferreira apresenta resultados da SEDES-DF e destaca atuação dos CRAS, do Prato Cheio, do DF Social e do Cartão Gás


Assistência social do DF fortalece proteção a famílias em situação de vulnerabilidade

A rede de assistência social do Distrito Federal alcança centenas de milhares de famílias por meio de programas de segurança alimentar, transferência de renda e atendimento especializado. Os dados foram apresentados pela secretária de Desenvolvimento Social do DF, Giselle Ferreira, durante entrevista ao programa Vozes da Comunidade, comandado pelo jornalista Toni Duarte nesta sexta-feira (17).

Ao detalhar o trabalho da SEDES-DF, Giselle ressaltou que a política social do governo vai além da concessão de benefícios. Segundo ela, o atendimento é planejado para acolher, orientar e acompanhar famílias que enfrentam pobreza, fome e outras formas de vulnerabilidade.

Os Centros de Referência de Assistência Social, conhecidos como CRAS, são a base desse atendimento. Em 2025, mais de 205 mil famílias procuraram ou foram atendidas pelas unidades localizadas nas regiões administrativas do Distrito Federal.

Nos CRAS, as equipes realizam a escuta inicial, avaliam a condição socioeconômica dos usuários e identificam quais serviços e programas podem atender melhor cada situação. O trabalho também permite o encaminhamento para outras áreas da administração pública, conforme a necessidade apresentada.

Entre os programas de maior alcance está o Cartão Prato Cheio, destinado a aproximadamente 130 mil famílias. O benefício busca garantir condições mínimas para a compra de alimentos e reduzir os efeitos da insegurança alimentar no orçamento doméstico.

O DF Social atende cerca de 70 mil famílias com auxílio financeiro mensal. Já o Cartão Gás alcança outras 70 mil, contribuindo para o pagamento de um item essencial e de forte impacto nas despesas das famílias de baixa renda.

Durante a entrevista, Giselle Ferreira afirmou que a transferência de recursos precisa estar associada ao acompanhamento social. A finalidade, segundo a secretária, é proteger as famílias no momento de maior dificuldade e, ao mesmo tempo, criar caminhos para a retomada da autonomia.

A gestora também defendeu a assistência social como uma política permanente. Para ela, o contato das equipes com as comunidades permite identificar problemas, assegurar direitos e evitar que famílias em situação de risco fiquem sem acesso aos serviços públicos.

A participação no Vozes da Comunidade apresentou um retrato da estrutura social mantida no Distrito Federal. Com atendimento nos CRAS e programas voltados à alimentação e à renda, a SEDES-DF atua na proteção de pessoas que dependem diretamente da presença do Estado para superar situações de vulnerabilidade.




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